Vitrine | StudioClio

Memórias Remanescentes, de Hô Monteiro

Neste mês de janeiro, a Microgaleria Arte Acessível apresenta a obra de Hô Monteiro. O artista centra sua pintura em ícones da arquitetura renascentista italiana, elaborando paisagens urbanas envolvidas em constante luminosidade, amenizando assim a austeridade histórica contida em tais monumentos. Nessas pinturas de pequeno porte, a figura humana assim como qualquer outro elemento está excluída para intensificar o olhar às referidas paisagens que, mesclando memórias remanescentes, por vezes, parecem se prolongar umas nas outras.

Curadoria de Blanca Brites e Leandro Selister.

Interiores, de Rafael Pagatini

A Microgaleria Arte Acessível expõe em novembro o trabalho de Rafael Pagatini. O artista apresenta xilogravuras com cenas e situações que lhe ficaram gravadas na memória. Seus trabalhos, de alto domínio técnico, evidenciam o contraponto entre a rigidez dos materiais e a fluidez da imagem e nos incitam a resgatar as sensações guardadas em nossa memória.
Rafael é bolsista CAPES do PPGAV-UFRGS.

Curadoria de Blanca Brites e Leandro Selister.

Vernissagem
6 de novembro, sábado, 11h

Visitação
De 7 de novembro a 14 de janeiro
De segunda a sexta-feira, das 9h às 19h

Habana Blues, de Ana Alegria

A constância de um profundo azul, síntese de céu e mar, envolve as imagens de Habana Blues, nas quais é possível reconhecer signos que acompanham o pensamento pictórico da artista. Com olhar terno, Ana Alegria, registrou o cotidiano dos moradores com os quais vivenciou emoções que transitavam de banalidades a descobertas existenciais.

Babel, de Frantz

Na Microgaleria Arte Acessível do StudioClio, o artista Frantz apresenta livros editados com materiais descartados em ateliers, tais como forrações de pisos, recortes de telas e outras sobras que ora se tornam arte do livro.

Curadoria de Blanca Brites e Leandro Selister.

Vernissagem
Dia 24 de julho, sábado, às 11h

Faces Perdidas, de André Venzon

A Microgaleria Arte Acessível apresenta no mês de junho trabalhos recentes de André Venzon, que apropria-se de imagens religiosas impressas, subtraindo suas faces mas deixando à mostra o tapume, um elemento identificador de seus trabalhos.

Mapas Imaginários, de Graça Marques

A Microgaleria Arte Acessível recebe em abril o trabalho de Graça Marques, onde a referência à pintura e ao desenho é evidente. Manchas de colorido espontâneo estampadas na superfície de paredes e muros. Linhas casuais que rasgam aleatoriamente o concreto ou a madeira. Deste universo plástico provêm as imagens que deram origem às obras da exposição Mapas Imaginários.

Doses de memória, de Adriana Daccache

A programação da Microgaleria Arte Acessível em 2010 inicia com a exposição Doses de memória, de Adriana Daccache. A artista trabalha com uma variedade de objetos apresentados em superfícies-caixas que formam um conjunto variado, colorido e enigmático. São doses de memória que contém também doses de surpresa.

A Microgaleria Arte Acessível tem curadoria de Blanca Brites e Leandro Selister.

<em>IN</em> Suspenso - desenhos de Marta Penter

Na Microgaleria Arte Acessível, a artista Marta Penter apresenta uma série de desenhos elaborados em grafite com elementos em azul obtidos a partir do uso de caneta esferográfica. Suas figuras humanas são retiradas de cenas do cotidiano que, vistas isoladamente, aparentam estar em um estado de suspensão entre outro tempo e outro espaço.

Dürer, mito e imaginação

No aniversário do StudioClio, a Microgaleria Arte Acessível realiza uma exposição especial, trazendo pela primeira vez a Porto Alegre uma coleção de gravuras produzidas a partir das matrizes originais de Albrecht Dürer. São obras primas que permitem conhecer o talento e a técnica do artista que é considerado como um dos maiores gravadores da história da Arte.

Linhas em transparência - Marília Bianchini

Na exposição Linhas em transparência, a artista Marília Bianchini elabora suas figuras em papel japonês. Com linhas de costura que ficam literalmente soltas, ela modela corpos que flutuam com leveza e se tornam quase etéreos. Ao falar de suas influências, lembra que essa maneira de trabalhar é de certa forma uma homenagem a sua avó: "Minha avó me ensinou a costurar, mas eu só queria desenhar".