Arrigo Barnabé : Docentes | StudioClio - Instituto de Arte & Humanismo

Arrigo Barnabé

músico

1962 a 1968 - Estudou piano e teoria musical no Conservatório Filadélfia, em Londrina.
1971 - Teve aulas com Eduardo Hazan (piano) no Festival de Inverno de Ouro Preto e participou de palestras com Ernest Widmer e Walter Smetack;
1973 - Vence o Festival Universitário de Música de Londrina com "Lástima" nas categorias melhor música, melhor arranjo, melhor intérprete.
1975 - No Departamento de Música (ECA - USP), tem aulas de composição com Willy Correa de Oliveira, piano com Caio Pagano, e outros.
1979 - Participa do Festival Universitário da TV Cultura com as músicas "Diversões Eletrônicas" e "Infortúnio", recebendo o 1º prêmio por "Diversões Eletrônicas" (esta em parceria com Regina Porto).
1980 - Lança o LP independente "Clara Crocodilo".
1981 - Recebe o prêmio "Revelação" da APCA (Associação paulista dos críticos de arte), o prêmio "Personalidade do ano" da Associação Brasileira dos Produtores de Disco. 
1982 - Participa do Festival de Jazz de Berlim (BerlinJazzFest) com "Arrigo Barnabé Project" uma performance com participação de músicos brasileiros, europeus e norte-americanos.
1983 - Escreve e apresenta "A saga de Clara Crocodilo", para Orquestra, banda de rock, voz feminina e narrador, apresentando-se em São Paulo, no Teatro de Cultura Artística com a orquestra sinfônica jovem, sob regência de Jamil Maluf.
Recebe o prêmio de melhor trilha sonora no Festival de Gramado, pela música de "Janete" de Chico Botelho.
1984 - Lança o LP "Tubarões Voadores".
1985 - Recebe o prêmio de melhor trilha sonora pela música de "Estrela Nua" de José Antonio Garcia e Ícaro Martins, no Rio-Cine Festival.
1986 - Recebe novamente o prêmio de melhor trilha no Rio-Cine Festival, desta vez por "Cidade Oculta" de Chico Botelho.
Recebe o prêmio da APETESP (associação dos profissionais de teatro de São Paulo) pela música de "Santa Joana" , dirgido por José Possi Neto.
1987 - Participa do Festival de música de Londrina coministrando uma palestra sobre "O dodecafonismo e a música popular".
Recebe o prêmio de melhor trilha sonora do Festival de Cinema de Curitiba, pela música "Lua Cheia" de Allain Fraisnot.
1988 - Participa do festival de Inverno de Belo Horizonte dirigindo uma oficina de composição.
Participa como membro do júri do Festival Internacional da Juventude do Cravo Vermelho, em Solti, na extinta USSR.
Lança o LP "Suspeito".
1989 - Participa das comemorações do bi-centenário da revolução francesa, apresentando-se no "Jardim das Tulipas" em Paris.
Participa do festival de Jazz de Bruxelas.
Participa do encontro de compositores latino-americanos no festival de Campos de Jordão.
1989/1990 - É convidado por Fernando Moraes, então secretário estadual da Cultura, para a função de Assessor Especial  junto à área de música. Nesse período propõe e realiza criação de dois novos corpos estáveis junto a secretaria de estado da cultura de São Paulo: a "Orquestra Jazz Sinfônica" e a "Banda Sinfônica do Estado de São Paulo".
1990 - Escreve e apresenta a ópera "Gigante Negão".
1991 - Recebe bolsa da Vitae para realizar uma ópera inspirada  em "Macbeth". Incapaz de trabalhar como libretista e compositor, abandona o projeto e acaba realizando "Algumas ideias sobre Macbeth",  em dois movimentos, para 2 pianos, percussão, banda de rock e quarteto de cordas. Inaugura uma nova fase com essa bolsa, passando a trabalhar mais dentro da música erudita contemporânea, e da sua fusão com elementos da música gerada pela indústria do disco.
1993 - Trabalha em Rennes-França com Bruno Bayen em um atelier com alunos da Escola Nacional de Teatro da Bretanha sobre a parte final do Fausto II de Goethe.
1994 - Concebe e dirige o 1º Percpan (Panorama percussivo mundial) em Salvador-Bahia.
Compõe e apresenta "Música para orquestra, quarteto de cordas e banda de rock" no memorial da América Latina em São Paulo, com a orquestra Jazz-Sinfônica sob regência de Lutero Rodrigues, o quarteto de cordas da cidade de São Paulo e Patif Band.
1995 - Apresenta-se em Córdoba e Buenos Aires e no Teatro Municipal de São Paulo.
1996 - Participa como compositor-convidado do "Sonidos de las Américas: Brasil" em Nova Iorque, ministrando master-class na Universidade de Princeton.
1997 - É convidado para escrever a música para o encerramento dos festejos em comemoração ao 4º centenário da morte do Pde. Anchieta, realizando "Pátio do Colégio-Tributo a Anchieta" para banda sinfônica, banda de rock, instrumentos indígenas e tenor lírico.
Participa da bienal de música Nova do Rio de Janeiro, apresentando 3 peças para 2 pianos e 3 percussionistas.
1998 - Lança em CD  a ópera "Gigante Negão".
1999 - Grava "Clara Crocodilo- ao vivo", uma transformação do material de 1980.
2000 - Escreve uma sonata para piano solo, ainda não registrada.
Escreve "Celebração" para violino e piano, em 2 movimentos: Introdução e Canon, encomendada pela Fundação Vitae e apresentada na Sala São Luís em São Paulo no mês de junho.
Escreve "Um caso para psicólogos" para violino, viola, violoncelo e contrabaixo, material utilizado no espetáculo teatral "NxW" de gerald Thomas.
Escreve "Estudo sinfônico com guitarra elétrica".
2001 - Escreve uma versão camerística de suas principais canções para Tuca Fernandes(voz) e Quinteto D'Elas (violino, viola, violoncelo, contrabaixo e piano).
Compõe a ópera "O homem dos crocodilos", com libreto de Alberto Muñoz, tendo atuado e dirigido a montagem apresentada em novembro durante 2 semanas no centro Cultural Banco do Brasil em São Paulo.
2002 - Apresenta a ópera "22 - antes e depois" composta em parceria com o compositor Tim Rescala e o artista plástico Guto Lacaz no SESC Ipiranga em São Paulo.
Atua como consultor e coordenador do curso de formação integrada junto a ULM (Universidade Livre de Música).
Compõe um quarteto em 2 movimentos mais uma peça curta para clarineta (Luis Alonso), piano (Paulo Braga), violino (Luis Amato) e violoncelo (Raif Dantas Barreto), como complemento do programa em que executa®ão o "Quarteto para o fim dos tempos" de Messiaen.
Compõe "A hora do lobo", vinheta comemorativa dos 25 anos da FM cultura, apresentada no teatro cultura artística com a orquestra da RTC, regência de Lutero Rodrigues.
2003 - Faz a música para "Plaidoyer em faveur des larmes d'Heraclite", de Bruno Bayen, apresentada durante o mês de junho no teatro nacional de Chaillot, em Paris.
Compõe e apresenta a "Missa in memoriam Arthur Bispo do Rosário", para coro (12 vozes) e grupo de câmara (2 flautas doce/dbl. krunhorn, fagote, percussão, cravo, piano, violino, viola e violoncelo) no Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo.
2004 - Começa uma experiência com o rádio, criando e apresentando semanalmente na Rádio Cultura FM de São Paulo, o "Supertônica- música acima de qualquer suspeita".
Compõe sua 2ª missa, apresentada no Teatro Sérgio Cardoso , "Missa in memorian Itamar Assumpção" - homenagem ao compositor Itamar Assumpção, falecido em 2003 - para coro e orquestra. Participa do CD "Beleza estranha" de Daniel Taubkin.
Apresenta-se no Teatro Nacional São João, na cidade do Porto em Portugal, no encerramento do Festival de Teatro de Língua Portuguesa.
Compõe a trilha sonora para o documentário de longa-metragem "Drs da Alegria" de Mara Mourão.
2005 - Recebe o prêmio Revelação da APCA pelo programa de rádio Supertônica, da rádio cultura FM.
Escreve "Engrenagem canora nº1" para 2 pianos e percussão, apresentada no Festival de música de câmara de Tatuí.
Escreve "Totens" para Banda Sinfônica, a ser apresentado em junho de 2005, no Teatro Sérgio Cardoso.
Escreve (e apresenta em agosto de 2005 nos sesc Ipiranga em São Paulo) a ópera "Até que se apaguem os avisos luminosos" com libreto e direção de Bruno Bayen, (livremente inspirada em Santos Dumont), e concepção visual do arquiteto e quadrinhista brasileiro Luiz Gê.
Apresenta-se em Paris, no teatro do Oprimido.
2006 - Recebe o prêmio Fiesp de Cinema pela trilha sonora do filme "Doutores da Alegria".
Lança o cd "Missa in memorian Itamar Assumpção", no Centro Cultural Banco do Brasil.
2008 - ". Em 2008 compõe "Caixa da música" e "Out of Cage" para o grupo de percussão "Drumming", que, com encenação de Ricardo Pais, teve sua estréia absoluta no Teatro Nacional São João em junho deste ano. Atualmente é artista-residente na Unicamp em São Paulo. É convidado para ser artista-residente na Unicamp durante o 1º semestre de 2008, e realiza com os alunos do curso, e alunos e professores de outros departamentos do instituto de Artes da Unicamp, o espetáculo "Salão de beleza", apresentado no Centro de Convivência, em Campinas nos dias 8 e 9 de setembro.Ainda em 2008 realiza a curadoria e direção artística de "Crisantemúsica", uma série de recitais no Centro Cultural Banco do Brasil em São Paulo, evento comemorativo dos 100 anos da imigração japonesa no Brasil. Para essa série, Arrigo escreveu "Viver", música para piano, violino, koto e guitarra elétrica, que terá sua première em 20 de maio.
2009-  Em 2009 escreve a trilha sonora para o filme de Allain Fraisnot "Família muda e vende tudo", que deve ser lançado no 2º semestre de 2010. Trabalha como ator interpretando o delegado Justino, no filme "Luz nas trevas", continuação do clássico de R. Sganzerla, "O bandido da Luz vermelha", direção de Helena Ignes e Ícaro Martins.
Ainda em 2009 começa o trabalho "Caixa de Ódio - o universo de Lupicínio Rodrigues", que está sendo gravado em DVD em abril e será lançado comercialmente em agosto de 2010.

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