Nilza Dezordi no Projeto Quadro Branco | StudioClio

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Nilza Dezordi no Projeto Quadro Branco

Enviado por studioclio, qua, 27/08/2008 - 11:00

Na terça-feira, dia 2 de setembro, às 19h, o StudioClio, em parceria com o Museu do Trabalho e a Cerveja Coruja, inaugura mais uma obra do Projeto Quadro Branco. Desta vez, é Nilza Dezordi quem preenche o espaço localizado no Café do Studio com o trabalho Cotidiano feminino sucata/fósforos. Com um simples gesto de acender um fósforo, uma forma se transforma em outra. O fósforo queima, se destrói, se constrói, denunciando a transição para uma nova imagem, um novo significado. Em Cotidiano feminino sucata/fósforos, Nilza Dezordi encontra não apenas formas e cores, mas também o significado que as sucatas e os lixos podem ter. Partindo do próprio cotidiano e de suas divagações sobre a destruição da natureza, a artista plástica e professora de artes desenha com grafite, conté e carvão, expressando o que sente e vive diariamente. Para Nilza, o desenho é vital: "desenhar é olhar, ver e perceber o invisível; desenhar é mudar o olhar".

A obra Cotidiano feminino sucata/fósforos fica em exposição até meados de outubro no Café do Studio. A entrada para a vernissage é franca.

Sobre a artista

Nilza Dezordi é artista plástica e professora de artes. Natural de Erechim, reside em Porto Alegre desde 1969, quando iniciou seus estudos de professorado de Desenho no Instituto de Artes da UFRGS. Desenhista, Nilza também trabalha com gravura em metal, cerâmica, pintura em tecido e comunicação visual. Como professora, ensina desenho em cursos particulares e cursos de extensão da UFRGS e na preparação para a prova específica para o vestibular. Atualmente, atua na Grafittare - Estúdio de Imagens, trabalhando junto de sua filha com comunicação visual. Em 2004, lançou o projeto Arte, Poesia e Café, uma coleção de louças criadas em parceria com a artista plástica Ivone Bins. As peças trazem textos e imagens que fazem referência aos poetas Ferreira Gullar, Ricardo Silvestrin, Paulo Leminski e Mario Quintana. Enquanto artista, Nilza expõe suas trabalhos com freqüência, tanto individualmente quanto coletivamente. Além de museus e galerias do Brasil, suas gravuras já ocuparam galerias da Argentina, Espanha e Cuba.

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